O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 20/11/2021

Em todo o mundo, as questões éticas que envolvem os experimentos com animais são extremamente controversas. Algumas regiões possuem legislação específica e, em alguns casos, as regras são mais rígidas, enquanto em outros países são mais flexíveis. Mas esse assunto é sempre polêmico. Recentemente, em junho de 2016, a Latin America Airlines emitiu um comunicado informando que se recusariam a transportar animais para fins de pesquisa. A comunidade científica se opõe a essa medida, alegando que esse entrave pode desacelerar a produção de conhecimento no Brasil e, até mesmo, impedir o andamento de projetos de pesquisa no combate a vírus causadores de doenças como o chikungunya, o zika vírus e a dengue. A  partir de uma investigação crítica dos princípios e conceitos básicos contidos nos debates morais, a ética pode fornecer subsídios para a realização de pesquisas científicas. Além disso, em primeiro lugar, permita que a comunidade científica entenda a ética do comportamento científico e avise-a de que os centros de pesquisa não aceitarão mais o desconhecimento da ignorância e/ou a falta de ética nos testes em animais. Desde a década de 1970, o estabelecimento de padrões internacionais comuns de bioética tem atraído muita atenção. A comunidade científica demonstrou e passou a adotar os padrões de tratamento utilizados em experimentos científicos. Em 1990, muitas associações científicas e profissionais na área biomédica estabeleceram comitês de ética cujos objetivos incluíam a padronização dos exames laboratoriais de animais.

Contudo, mesmo sendo essecial para nós, o uso de bichos no em laboratório não significa que é a única ou até mesmo a mais eficaz. Deve-se começar a investir de forma artificial, meios de acabar com isso, 1 vida é 1 vida, não podemos usar qualquer justificativa para sacrificarmos cobaias de forma tão ignorante.