O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 19/11/2021

Desde a origem humana como um ser racional, temos a presença dos animais como coadjuvantes de nosso caminho evolutivo, seja ela de um princípio social, moral ou psicológico. Nesta perspectiva há de ter um caminho para que os animais juntos com os humanos sobrevivam. Assim, mostra-se relevante pensar sobre o uso de animais em pesquisa e testes cientificos no Brasil, uma vez que ele é necessário para o avanço técnico-ciêntico global e principalmente brasileiro. Gerando questões de grandes disputas sobre esse tema.

De inicio, é notorio destacar que o uso de animais na ciência em geral é necessária, isso porque grande parte das vacinas, remédios e tratamentos de doenças que levariam a morte de milhares de pessoas foram evitados por causa destas pesquisas. A prova disso recai sobre o número de descobertas que foram feitas através destes testes: vacinas contra a raiva, varíola, tétano, poliomelite, bem como a insulina, e vários outros tratamentos foram descobertos através destas pesquisas (reportagem do programa Fantastico no dia de 27/10/2013).

Ademais, cabe ressaltar que os procedimentos biológicos não podem ser parados, pois certas pesquisas como as de tratamentos nervosos, circulatórios ou imunológicos, não podem ser executados através de um  dos procedimentos alternativos disponíveis no mercado. Esse contexto também envolve a opnião dos pesquisadores, que muitas das vezes não são ouvidos, mas teoricamente são aqueles mais aptos para tratar sobre o tema. Como foi dito por Silvana Gorniak, pesquisadora da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, não é uma opção pessoal para os pesquisadores usarem cobaias, a maioria não preferiria usar elas, mas como nos dias de hoje eles teriam que trocar estudos aprofundados e serviços dentro das leis nacionais, por métodos alternativos que ainda não possuem muitas variações e que pra certas áreas humanas, inexistem e provavelmente não virão a existir em um futuro próximo. Em contramão a isso identifica-se atitudes muito extremas em relação ao tema, como o exemplo da invasão de ativistas no centro de pesquisa Royal no ano de 2013.

A solução para o problema seria criar mais métodos que diminuem o uso dessas cobaias dentro dos

biotérios, levando em si aquelas que mais se encaixam em certos padrões e em consideração ao tipo de estudos que elas mais podem ajudar, como no exemplo dos cachorros para a vacina da raiva. E cabe aqueles que têm pontos de vistas extremos, aceitar que realmente há de ter animais dentro dos centros de pesquisa, mas de acordo com a lei do pais e as leis éticas humanas, não desrespeitando o animal, nem impedindo nenhum avanço técnico-científico.