O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 16/11/2021

Na obra “Mona Lisa”, o artista Leonardo da Vinci descreve a necessidade de um equilíbrio entre o homem e a natureza. No entanto, no Brasil contemporâneo, esse equilíbrio é claramente irreal, pois os animais costumam ser usados ​​para pesquisas e testes científicos, que não trarão resultados significativos e favorecem a cultura cruel. Na verdade, medidas devem ser tomadas para prevenir tal comportamento.

Em primeiro lugar, é necessário destacar que a eficiência dos testes em animais não é alta. De acordo com o PEA (Projeto Esperança para Animais), a pesquisa científica em animais não é segura devido às enormes diferenças biológicas entre eles e os humanos que usam os produtos testados. Imerso nessa lógica, é certo que tais inspeções são imprecisas e inseguras, portanto, não devem ser realizadas no país. Essa situação é retratada na série “Dr. House”, quando o protagonista de mesmo nome usa uma droga inovadora e eficaz em camundongos, que provoca diversos tumores em seu corpo. Portanto, não há dúvida de que os testes em animais são ineficazes, portanto, não há razão para realizá-los.

Em segundo lugar, também é importante enfatizar que os experimentos científicos em animais vão levantar questões sobre a ética humana, porque continua a crueldade. Os pesquisadores William Russell e Rex Burch propuseram o princípio da substituição dos animais em suas pesquisas, afirmando que o sistema nervoso do grupo em questão é semelhante ao dos humanos. Isso significa que durante o experimento, os animais utilizados sentirão extrema dor e, mesmo assim, o processo não será interrompido. Essa realidade se reflete no documentário canadense “MTD”, que mostra cenas de diferentes animais em um laboratório real, apresentando fortes dores durante o teste. Portanto, não há dúvida de que, ao manter esse comportamento, a sociedade enfraquece seus princípios morais e favorece a barbárie.

Diante do exposto, fica evidente que a utilização de animais em pesquisas científicas no país é um problema e, por isso, deve ser desestimulada e coibida. Portanto, cabe ao Governo Federal, como órgão regulador da sociedade, realizar campanhas de conscientização da sociedade sobre a ineficácia de produtos testados em animais, por meio de redes virtuais e televisivas, a fim de diminuir o uso desses e enfraquecer empresas que realizam tais procedimentos. Ademais, o Poder Legislativo, como resposável pelas leis, deve proibir as pesquisas em animais e estabelecer multas para os laboratórios que não cumprirem essa norma, com a finalidade de proteger os animais e diminuir a crueldade. Feito isso, o equilíbrio buscado por Da Vinci poderá ser conquistado.