O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 13/11/2021
Nas mídias, tanto televisivas quanto sociais, têm sido falado com frequência sobre o movimento vegano, que cresce cada dia mais. O veganismo é um estilo de vida adotado por aqueles que defendem a integridade dos seres vivos, e seus praticantes deixam de consumir e utilizar qualquer coisa originada de animais. Entre as pautas veganas, se encontra a problemática em consumir produtos testados em animais, por conta da exploração e maus tratos antes, durante e/ou depois dos testes.
Em primeiro lugar, deve-se avaliar se há real necessidade do uso de cobaias vivas em experimentos, uma vez que já existem métodos alternativos funcionais para a maioria dos testes. Um exemplo é a marca Griffus, da indústria de cosméticos, que está incluída na lista nacional cruelty-free, que é uma lista de marcas livres de testes em animais.
Por outro lado, ainda existem áreas em que não foram criados métodos tão funcionais quanto o uso de cobaias vivas, como é o caso da indústria farmacêutica, em que necessita de animais para testes de alguns medicamentos, como antidepressivos. Para o caso, seria necessário uma atitude para impedir os maus tratos aos animais.
Portanto, é dever do governo alterar a lei nº 11.794, de 8 de outubro de 2008 - lei onde se encontram as regulamentações para o uso de animais em pesquisas científicas -, tornando seu uso proibido em ramos onde já existe um meio alternativo eficaz. Dessa forma a exploração animal será reduzida, e muitas vidas animais preservadas.