O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 20/11/2021

O uso de animais para testes em laboratórios, está sendo cada vez mais comum nos dias de hoje. De acordo com a rádio camara, em 2008 foi aprovada no Brasil a lei Arouca, onde permite a criação e a utilização de animais para uso em pesquisas e testes científicos. Esse assunto está desencadeando muitas discussões e gerando uma divisão social na sociedade. Muitos afirmam que esses testes são essenciais para os avanços científicos e outros são completamente contra essa prática desumana e desnecessária.

Para muitas pessoas, os animais não são tão importantes como os humanos, o que leva muitos deles a serem sacrificados em laboratórios científicos e até a serem usados ilegalmente por marcas de cosméticos. Porém esse uso excessivo, podefazer com que consequências irreversíveis sejam causadas, como exemplo, a extinção de várias espécies. Mesmo que o desenvolvimento científico seja extremamente crucial para os seres humanos, de acordo com o Jus, existem métodos de pesquisa científica alternativa, que são eficazes e não se valem da exploração de animais.

De acordo com o G1, No Brasil, 41% da população é contra testes em animais, 36% apoiam o uso deles para testes científicos e 18% concordam parcialmente com esta aplicação. Fica claro que boa parte da população seja a favor dessa situação, ou seja, eles apoiam os métodos de extrema barbaridade que eles sofrem. Entretanto, ainda tem pessoas que estão sempre denunciando laboratórios, formando Ong’s defensoras e criando diversas manifestações contra esses atos de extrema crueldade.

Devido a tais informações, concluí-se que os animais estão sendo usados como objetos pelos cientistas, ou seja, a saúde deles não está sendo levada em consideração e eles não estão sendo tratados como seres vivos e sim, como brinquedos laboratoriais. O governo deveria levar em consideração, a criação de leis, nas quais proíbem o uso animal em testes científicos e que eles invistam em projetos onde são desenvolvidos métodos que não precisem do uso de seres vivos para tais experimentos, assim livrando várias cobaias de serem sacrificadas.