O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/11/2021
Os neurocientistas afirmam que os animais têm a base neural e neurofisiológica da consciência e geralmente estão cientes da dor e de outros órgãos dos sentidos. Ao mesmo tempo, o fato é que esse problema não existe na comunidade científica, que luta contra a desumanização e usa animais para fazer experimentos perante a sociedade. Portanto, é necessário debater os fatores dos testes de biociências no Brasil.
Em primeiro lugar, a utopia humana torna-se o único irrigador dos sentidos. Segundo o naturalista e biólogo britânico Charles Darwin, humanos e animais são semelhantes, demonstrando sentimentos: dor, felicidade, alegria e dor. No entanto, o aplicativo começou com a ideia de enfrentar Darwin, então, para submeter sua vida às criaturas localizadas no topo da cratera biológica, parecia uma abstração. Privar os animais de sua liberdade viola os princípios da Constituição Federal, o que é inaceitável.
Além disso, outro fator que precisa ser analisado é a objetificação dos organismos. Com a colonização do Brasil, sinais de comercialização de organismos estranhos apareceram no Novo Mundo, e inúmeros testes foram realizados com seus corpos. Por exemplo, essa prática é atemporal hoje, especialmente em empresas que lidam com promoções crescentes de animais para as indústrias farmacêutica e alimentícia. É indiscutível que a consagração de direitos tem sido continuamente violada, não só incapacitando o corpo, mas também prejudicando a saúde mental.
Portanto, o que é importante é quais medidas devem ser tomadas para facilitar o tratamento dos seres sencientes. Para os projetos que as ONGs e o Ministro do Meio Ambiente preconizam para a redução das cobaias, é importante promover a formação de cidadãos por meio de campanhas em escolas e canais de mídia, e desenvolver projetos que substituam gradativamente os animais. pessoas. Para ser consistente com os neurocientistas, tanto humanos quanto animais têm estados sensoriais.