O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 08/10/2021

Fritz Harber, físico e químico alemão, realizava pesquisas para desenvolver compostos químicos essenciais à Alemanha durante a primeira guerra mundial e que faziam o uso de animais como cobaias. Cientistas brasileiros, em contraste com Harber, têm o foco de suas pesquisas nas áreas saúde e educação científica, pontos esses importantes para o desenvolvimento do país. Apesar disso, o uso de animais em testes científicos no Brasil ainda tem sua necessidade questionada por ativistas, populares e até mesmo cientistas que alegam crueldade aos animais.

Em primeiro plano, a comunidade científica brasileira, a fim de garantir sucesso em suas pesquisas e testes, usa animais de diversas espécies como cobaias. Os testes em animais garantem a eficácia das informações sobre os efeitos que seguem a introdução de um substância em um organismo vivo, que podem ter possíveis efeitos colaterais e outras consequências chave para a segurança humana como resultado. Porém, os testes em animais são questionados necessários dentro da ciência tecnológica computacional, que em pesquisas como a do chinês He Jiankui, que estuda o DNA humano, mostrou sucesso ao simular virtual e complexamente o organismo humano.

Outrossim, ativistas e populares brasileiros a favor dos direitos animais se mostram contrários aos testes e pesquisas que usam animais. Ao fazer uso das mídias sociais, principal ferramenta de comunicação e divulgação ideológica dos grupos ativistas, compartilham informações tendenciosas sobre o maltrato animal em pesquisas científicas. As notícias tendenciosas comovem a camada popular que adere à suposta causa animal, criticando a comunidade científica que realiza testes em animais com intuito de garantir segurança humana e progresso farmacêutico.

A falta de conhecimento acerca dos testes realizados em animais é, portanto, um dos fatores que leva a comunidade científica a ser incompreendida e taxada cruel por populares. Com o objetivo de fornecer conhecimento científico popular que esclareça o uso de animais em testes, para que o preconceito contra a comunidade científica seja diminuído, o Ministério da Educação deve disponibilizar em suas mídias sociais palestras em vídeo que conceituem os meios e finalidades das pesquisas e testes científicos. O Ministério da fazenda deve oferecer incentivos fiscais à empresas privadas que investirem em pesquisas de ciência tecnológica computacional, para que talvez, no futuro, testes em animais não sejam necessários no Brasil.