O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 09/10/2021
O uso de animais para aquisição de conhecimento científico vem acompanhando o desenvolvimento da ciência desde a Grécia antiga. Porém a utilização abusiva dos animais por muitos representantes da comunidade científica vem motivando discussões de caráter científico, envolvendo profissionais oriundos da área biomédica.
Primeiramente, a sociedade protetora de animais acredita que muitos animais não só sofrem com maus tratos, mas também debate sobre a questão ética que envolve a experimentação, uma prática considerada obsoleta. Em julho de 2016, a Latam, Companhia Aérea, divulgou uma nota informativa que recusava o transporte de animais destinados às pesquisas. Entre essa ação foi contestada pela comunidade científica pelo fato de impedimento da produção de conhecimento no Brasil, inclusive o andamento de estudos para o combate ao vírus da zika e da dengue. Dessa forma, como atividades de ensino e pesquisa são indissociáveis e dependem do uso ético e da responsabilidade para as experimentações.
Em contrapartida, em muitos trabalhos científicos não é possível que haja progresso sem testes em seres vivos. Uma das razões é a necessidade de conhecer os efeitos de cada substância antes de ministrá-la a humanos, de modo a evitar consequências indesejáveis na saúde dos indivíduos. Nesse caso, a resistência social ao uso de cobaias, convergem à sociedade à estagnação nos níveis de saúde, que poderia elevar-se.
Portanto, é necessário que o Governo Federal junto com a Anvisa e o Ministério da Fazenda, realizem fiscalizações nos centros de pesquisas, juntamente com incentivos fiscais para que as corporações renunciem o uso de cobaias vivas em seus testículos. Por intermédio do poder judiciário e das secretárias de finanças, visando findar os maus tratos contra os animais no meio cientifico.