O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 08/10/2021

Com o avanços da tecnologia de comunicação, e a ascenção das redes sociais, logo, aumentou a procura pela beleza estética e o número de testes de produtos, mas os testes tem como cobaias os animais. Logo, pode-se perceber que é uma covardia pois os bichos não tem como se defender e não possui nenhuma lei, na maioria dos países, que defendam eles.

Por exemplo, o curta “Salve o Ralph” mostra ,com muita ironia, a história do coelho Ralph que é usado para testes de cosméticos que relata a dura realidade que as cobaias de teste passam. Sendo assim, há grupos de pessoas que tentam salvar os animais como, por exemplo, a World Animal Protection, que viaja o mundo todo para ajudar os bichos que estão em perigo, mas mesmo assim não conseguem ajudar todos pois em muitos países a legislação permitem que explorem os animais.

Tal como a China, antes do ano de 2020, que a legislação determinava que todos os cosméticos fabricados e vendidos no país deveriam ser testados em bichos antes de serem comercializados. Porém em março de 2020, uma nova legislação para a indústria cosmética da China revogou a obrigatoriedade do uso de animais em testes de produtos de beleza e higiene pessoal. A previsão é que nove métodos livres de crueldade entrem em vigor no país, de acordo com amda.org.br.

Mesmo assim, de acordo com o site greenme, 80% dos países do mundo  ainda permitem testes em animais para fabricação de cosméticos. Portanto, a ONU deve solicitar que os países criem leis para não usar os animais em testes, e os institutos de ciências ao redor do globo divulguem outros métodos para a realização de testes dos produtos vendidos, além da conscientização das pessoas para mostrar que os animais também merecem uma vida digna.