O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 09/10/2021
As práticas envolvendo o uso de animais em pesquisas já existem há muitos anos. No entanto, nas últimas décadas, encontrar o bem-estar animal e reduzir as alternativas que eles usam em pesquisas tem sido uma prioridade. A composição da pele 3D está mais próxima da pele humana e pode substituir o uso de animais, principalmente em testes realizados na indústria de cosméticos.
Exemplos de testes questionados são os testes que avaliam o potencial de irritação e corrosão de produtos na pele e nos olhos de coelhos, chamados de teste de Draize, e testes que avaliam alergias cutâneas em cobaias e camundongos. Portanto, o produto pode ser testado quanto à irritação e corrosividade antes de chegar às mãos do paciente. O Comitê Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA) é uma agência reguladora que orienta comitês de ética no uso de animais, pesquisadores e professores para o uso de animais em salas de aula e pesquisas.
Contudo, segundo cientistas, há substância indespensáveis à saúde descobertas e o controle de qualidade de vacinas contra a pólio, sarampo, difteria, tétano, hepatite, febre amarela e meningite, além de anestésicos, antibióticos e anti-inflamatórios, bem como medicamentos para o controle da hipertensão arterial e diabetes, só foram possíveis devido ao teste em animais que mostram como as substâncias se comportam em um organismo vivo.
A Sociedade Internacional Humana divulgou um curta metragem no dia 6 de abril de 2021, que mostra o dia-a-dia de um animal de testes e tem como objetivo principal a conscientização sobre o uso de cobaias em testes de cosméticos e outros produtos farmacológicos. Desse modo, a Anvisa, que fiscaliza a produção de cosméticos, estabeleceu algumas normas quanto ao uso de organismos para essa finalidade. As cobaias só são permitas para avaliar irritação e corrosão da pele, irritação ocular e toxicidade aguda.