O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 07/10/2021
Contemporaneamente, foi realizado um curta-metragem denominado de “Salve o Ralph”, que possui o objetivo de fazer uma crítica à indústria de cosméticos que realiza testes em animais. Conquanto, quando se analisa a utilização de animais em experimentos, expõem-se que os mesmos são vistos como aquém do desenvolvimento social. Assim, a realização de experimentos, quando é feita de forma insensata em animais, pode gerar um contrassenso ético que merece ser observado.
Pode-se mencionar ao longo da história da humanidade, o grande avanço em pesquisas científicas que deram à grandes cientistas, o prêmio Nobel de medicina e fisiologia, foram a partir de experiências feitas em mamíferos, obtendo-se grandes descobertas em diversas patologias, incluindo doenças cardiovasculares e câncer. Porém, o uso de animais pode sim ser cruel visto que nem todos respeitam os mesmos, sofrendo maus tratos no processo das pesquisas.
A pesquisadora brasileira Carolina Catarino foi premiada pelo Lush Prize em 2017, destinado a descobertas de testes que eliminem o uso de animais, em sua pesquisa, Catarino desenvolveu um modelo de pele humana reconstruída in vitro para testar toxicidade. Assim, produtos podem ser testados quanto à irritação e corrosão antes de chegar ao paciente.Os métodos alternativos in vitro, são mais acessíveis e têm grande potencial para reduzir e até mesmo substituir o uso de animais.
Portanto, é evidente a necessidade que a Receita Federal, juntamente com a Coordenação Nacional de Proteção e Defesa Animal se unam para combater tais experimentos, através de incentivos fiscais e maiores fiscalizações, desse modo seria possível a diminuição das práticas em empresas e laboratórios. É preciso, que o Estado invista em descobertas de novas tecnologias para que o uso de cobaias seja mitigado, e o os cientistas continuem descobrindo medicamentos, de modo não lancinante.