O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 08/10/2021

O avanço da ciência ao longo do século 20 depende em grande parte dos testes com animais. No século 21, nos esforçamos para desenvolver esses avanços. No entanto, uma prática de utilizar organismos como cobaias tem determinado polêmica, entre como quais o sofrimento dos organismos nesse processo e sua insubstituibilidade para o sucesso científico. Portanto, é necessário discutir o uso de animais em pesquisas e experimentos científicos brasileiros.

O famoso sociólogo francês Émile Durkheim acreditava que uma sociedade é obrigatória e afeta os indivíduos. Sua teoria se aplica às questões levantadas pela sociedade brasileira ao se mobilizar contra o uso de seres vivos como cobaias de laboratório. Por meio da coerção, cada vez mais pessoas aderiram a essa causa, que também representa uma nobreza da mentalidade social, e um entrave aos avanços científicos.

Por outro lado, em muitos trabalhos científicos - principalmente aqueles voltados para a produção de produtos farmacêuticos - o progresso é impossível sem testar organismos. Um dos motivos é a necessidade de se conhecer os efeitos de cada substância antes de seu uso em humanos para evitar efeitos adversos à saúde pessoal. Nesse caso, uma sociedade resiste ao uso de cobaias porque representa um obstáculo ao progresso científico, obrigando a sociedade a estagnar na saúde, e a saúde pode subir.

Portanto, o governo federal deve aprovar legislação aplicável e eficaz para restringir o uso de animais apenas quando absolutamente necessário e insubstituível, um fim de atender parcialmente aos anseios da sociedade brasileira. Além disso, é importante que o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação fiscalize regularmente os laboratórios nos quais a prática discutida é indispensável, de forma a garantir o mínimo sofrimento das cobaias durante os processos. Com tais medidas, o uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil se efetivará de maneira consciente e segura.