O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 18/10/2021
Durante o período da Guerra Fria, as duas potências mundiais-EUA e URSS- disputavam quem enviaria o homem ao espaço primeiro, então no ano de 1957 a URSS enviou como teste a cachorrinha Laika que infelizmente não sobreviveu á viagem. Assim como a pequena astronauta de 4 patas muitos animais sofrem fazendo testes para cosméticos e pesquisas científicas no Brasil, e esse cenário não é bom, uma vez que trás muitos sofrimento aos animais ou até mesmo a morte, além de que muitas vezes os produtos que foram aprovados pelos testes em animais podem não ser bons para o ser humano.
Em primeiro plano, cabe pontuar que o sofrimento dos animais durante os testes é tão grande que muitos não suportam e acabam morrendo. De acordo com o site da UOL, anualmente 115 milhões de animais- entre eles coelhos, ratos, macacos e até porcos- são utilizados anualmente como cobaias e mais de 3 milhões desses morrem. Ou seja, para que seus produtos cheguem até as prateleiras dos comércios milhões de animais são mortos todos os anos.
Também é válido citar que, os produtos que são aprovados em animais pode não ter causado reação à eles porém pode haver no ser humano. Considerando a fisionomia dos animais utilizados, vê-se uma grande diferença entre eles e os humanos, então não há muita certeza se esse produto será bom para os consumidores. E isso é perigoso pois reações como coçeiras, alergias, infecções e em certos casos até queda de cabelos podem ser nocivas aos seres humanos.
Portanto, frente à tal problemática, faz-se urgente que o Governo Federal, providencie outras alternativas capazes de substituir o uso de animais em testes. Como por exemplo a aplicação de modelos matemáticos e computacionais, técnicas in-vitro com tecidos de seres humanos ou animais. Para que não haja mais nenhum tipo de crueldade animal e as pesquisas e testes no Brasil sejam feitas sem que nenhum animal seja morto.