O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 19/10/2021
É de conhecimento público que animais foram usados em diversas guerras ao longo da história, inclusive em testes para detonamento de bombas. Embora consideradas brutais por ativistas, práticas semelhantes perduram até os dias de hoje, destacando-se sobretudo os experimentos em cobaias animais. Estes geram intensa controvérsia, pois podem configurar um quadro de tortura, violando a Lei dos Crimes Ambientais. Primeiramente, é certo que a humanidade fez experimentos com bichos para que, aqueles que sofrem não como esses. A afirmação do egoísmo da maioria das pessoas é provocada nos acontecimentos envolvendo corrupção, a qual está presente na política desde a Primeira República, pois esses ladrões não davam importância parte da população atingida pela desigualdade de renda, como o povo de Canudos. Logo, se o Homo Sapiens quer ter ganho passando por cima de seus semelhantes, pior será com os outros seres vivos. Entretanto, muitos especialistas na área científica condenam esses experimentos, apontando que os mesmos contradizem a ética profissional e são ultrapassados. De fato, já existem tecnologias que substituem a existência de cobaias em muitos casos. Nos últimos anos, cresceram os avanços na criação laboratorial de células e tecidos para este fim, bem como o uso de simulações em computador. Logo, observa-se que soluções para a situação não são impossíveis. Afinal, é justo que haja avanço nos variados ramos da ciência, mas sem que outros seres vivos sejam afetados de forma maléfica. Então, o Estado brasileiro, que coordena pesquisas pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, precisa impedir que animais participem de experimentos, com a criação de leis que desaprovem tal ato, para que o que acontecia na guerra nunca mais se repita para os dias atuais.