O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 09/11/2021
O filósofo René Descartes acreditava que “Os animais são máquinas privadas de conhecimento e sentimento”, teoria que marcou a França no século XVIII em relação à exploração animal. Entretanto, o contexto Brasileiro no século XXI, se assemelha, uma vez que a superficialidade humana impõe do uso de animais em experiêcias científicas, o que desestrutura o ecossistema. Nesse prisma, torna-se evidente como causas o ideal de produção e a objetificação dos animais.
É indubtável, nesse contexto, que a questão do ideal de produção é um grande responsável pela complexidade do problema. Nesse sentido, segundo ao artigo 2º da declaração universal dos direitos dos animais: “Todos os animais têm o direito a respeito e proteção do homem”. Entretanto, os testes em animais no Brasil, contaria-o. Assim, as consequências desses testes para o meio ambiente devem-se unicamente à mentalidade capitalista, onde o índividui se abstrai do estimulo do abuso de seres inofensivos em função do lucro.
Outrossim, é notório, que a a objetficação animália ainda é um grande impasse para a resolução da situação apresentada. Dessa forma, “Só quero ter animais de estimação, não quero obrigá-lo a trabalhar” confessa a atriz ativisa Miley Cyrus, quando montava num cavalo em sets de gravação do seriado americano “Hannah Montana”, logo fica explícito seu desconforto, por saber o real valor do bicho. Contudo, múltiplos cientistas não tem essa mesma consciência, o que leva a desestruturação da bioética animal.
Sendo assim, é indispensável a adoção de medidas capazes de assegurar a resolução da realidade. Desse modo, é dever do governo Federal junto ao Ministério do Meio Ambiente desenvolver leis que visem combater as práticas que prejudiquem o meio, provendo, com isso a proibição do uso de animais em quaisquer pesquisas que os maltratem, a fim de que possamos preservar o espaço animalesco, consequentemente sermos uma sociedade oposta a teoria de Descartes.