O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 06/11/2021
Segundo o filósofo francês René Descartes, idealizava os animais como autômatos sem capacidade de pensar sobre a própria existência e, portanto, sem alma. Hodiernamente tais conceitos reverberam-se ,visto que, utilizamos dos animais para interesses humanos. Sobre esse enfoque, destacam-se o avanço da ciência em defluência dos experimentos científicos e os males gerados nas cobaias.
Primordialmente, é necessário destacar o avanço da ciência em de fluência dos experimentos científicos estes proporcionaram o desenvolvimento de vacinas, remédios, hormônios e tratamentos eficazes contra epidemias. Ademais, os avanços não se limitaram apenas para o bem humano mas também para o desenvolvimento de vacinas, remédios e tratamentos veterinários a fim de conceder longevidade na vida dos animais. Diante disso, faz-se verossímil a frase do filósofo Nicolau Maquiavel em que: fazem de uma eventual morte o passaporte para evitar outras centenas.
Outrossim, é preciso apontar os impactos negativos gerados nas cobaias. Promulgada em 1988, a constituição federal brasileira assegura a garantia da integridade física dos animais. Contudo, apesar de ser um direito constitucional, é indubitável que uma substancial parcela dos animais adquire sequelas físicas advindo de experimentos científicos. No filme" Salve o Ralph" retrata a vida de um coelho criado em laboratório em que fica nítido as lesões sofridas pela cobaia, como a cegueira de um olho e a coluna vertebral exposta. Seria utópico, afirmar que tais ocorrências não acontecem nos animais que são utilizados como cobaias atualmente.
O poder legislativo deve elaborar leis para coibir o uso de animais em experimentos e testes de cosméticos, a fim de reduzir o número de animais que se submeteram a tais procedimentos, por meio da substituição das cobaias pela utilização de células e tecidos invitro. Portanto, será possível garantir os direitos dos animais sem comprometer o avanço da ciência.