O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 11/11/2021
Se você já tomou antibióticos, vacinas, fez uma transfusão de sangue, quimioterapia ou mesmo usa algum produto cosmético, provavelmente se beneficiou da pesquisa com animais. A muitos anos os animais são usados como “cobaias” para pesquisas e testes científicos.
Segundo diversos cientistas testes de diversas vacinas como pólio, sarampo, difteria, tétano, hepatite, febre amarela e meningite, além de anestésicos, antibióticos e anti-inflamatórios, bem como medicamentos para o controle da hipertensão arterial e diabetes, só foram possíveis devido ao teste em animais.
No Brasil, apenas em outubro 2008 foi aprovada a Lei 11.794, conhecida como Lei Arouca que regulamentou a criação e a utilização de animais em atividades de ensino e pesquisa científica no país, contudo isso foi um grando marco para as pesquisas cientifica no país, e mesmo sendo horrivel paras diversos animais, foi um pequeno avança para a ciência.
Mesmo sendo algo possitivo para a ciência, para os animais não possui tantas vantagens assim. Durante uma pesquisa científica, os animais têm de receber todos os cuidados necessários. Cobaias que sofram maus tratos podem arruinar uma pesquisa, alterar seus resultados, impedir seu financiamento e barrar sua publicação em periódicos científicos. Muitos animasi morrem na maioria dos experimentos, e quando não morrem ficam muito doentes e com varios hematomas.
Devido os acontecimentos aos animais, muitos pesquisadores estão procurando maneiras de reduzir o uso de animais em testes e pesquisas, com a inovações na ciência, testes em animais estão sendo substituídos em áreas como testes de toxicidade, neurociência e desenvolvimento de drogas.