O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 16/11/2021

No Brasil o uso de animais em estudos de laboratórios ainda é bastante comum, tendo em vista que são usados para vários fins científicos, tais como pesquisas com produtos cosméticos, soros, vacinas e, segundo o site PETLOVE, também em vestuários. Diante disso, pode-se citar que muitas das vezes esses métodos aplicados podem ser cruéis para os animais. Desse modo, vale lembrar que há meios alternativos para substituir essa prática no âmbito dos cosméticos e que grande parte da população brasileira é contra os testes em animais.

Mormente, é importante resaltar sobre os meios alternativos que podem ser usados para substituir os testes de cosméticos em animais, como, por exemplo, as técnicas de cultura celular e modelos de computador. Nesse viés, vale citar que, segundo o site GALILEU, o Brasil já conta com mais de 24 métodos alternativos que podem minimizar o uso de animais nos mais variados testes de laboratório. Em vigor disso, tais soluções já estão sendo utilizadas por indústrias de cosméticos no Brasil e a visão com relacão a diminuição de cobaias animais tem sido bastante promissora.

Em segundo lugar, deve-se relevar que quase 41% da população brasileira é contra os testes de laboratório em animais, de acordo com uma pesquisa do instituto DATAFOLHA. Nesse sentido, é importante implementar que várias intervenções já foram feitas por esses ativistas, um exemplo é a invasão do Instituto Royal, em 2013, na qual os participantes levaram consigo cães que estavam sendo usados como cobais para experimentos científicos. Porém, deve-se alertar que movimentos radicais como esses não devem ser a única solução.

Em suma, conclui-se que o Governo, juntamente com os institutos de pesquisas no Brasil, devem acolher o máximo possível de técnicas alternativas para testes de produtos, podendo assim minimizar o uso de cobaias animais. Outra interveção também pode ser feita pela Secratária da Educação, através de campanhas de conscientização em escolas e centros de pesquisas, para que assim a problemática discorrida possa ser resolvida e para que os animais possam usufruir melhor a vida sja doméstica, seja selvagem.