O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 12/11/2021

Aluna: Sara Gabrielle Alves de Assis. Data: 11/11/2021.

Na animaçã o Save Ralph, idealizada pela Humane Society International, mostra torturas às quais bichinhos são submetidos na indústria de cosméticos. Fora da ficção podemos ver que isso é uma realidade tremenda, pois o cenário retratado pode ser relacionado ao quadro atual brasileiro e de alguns países que ainda continuam usando animais para uso de testes científicos e principalmente em cosméticos.

Observa-se que o uso de animais em testes científicos ainda continuam crescendo pois, segundo cientistas, a descoberta e o controle de qualidade de vacinas contra a pólio, sarampo, difteria, tétano, hepatite, febre amarela e meningite, além de anestésicos, antibióticos e anti-inflamatórios, bem como medicamentos para o controle da hipertensão arterial e diabetes, só foram possíveis devido ao teste em animais.

Testes em laboratórios causam sofrimento, ferimentos e transtornos psicológicos nos animais. Há uma corrente de neurocientistas que sugere que animais não humanos, incluindo todos os mamíferos, aves, além dos polvos, possuem substratos neurológicos que geram a consciência e comportamentos intencionais, ou seja, eles sentem dor.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o problema. Há alternativas capazes de substituir o uso de animais em testes como a aplicação de modelos matemáticos e computacionais, técnicas in-vitro com tecidos de seres humanos ou animais.