O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 28/11/2021
Experimentos científicos em animais começaram em meados do século 300 antes de Cristo, e há registros mostrando que pesquisadores gregos como Aristóteles e Erasístrato realizaram experimentos em animais vivos. Desde então, os testes se tornaram cada vez mais comuns e começaram a ser usados para o avanço da medicina, na tentativa de operações cirúrgicas para provar teorias, e na realização de testes de medicamentos, vacinas e cosméticos. Entretanto, apesar de ser uma prática antiga e considerada necessária para o desenvolvimento de produtos, o uso de animais devem ser substituídos por materiais sintéticos e tecnológicos com o objetivo de garantir o bem estar entre os humanos e os animais.
Devido ao sofrimento das cobaias durante o experimento, algumas marcas conhecidas como Embelleze, Natura, oBoticário e Condor, deixaram de testar seus produtos em animais. Além disso, algumas dessas empresas como usam métodos alternativos, como pele 3D e circuitos integrados tridimensionais, (chamados de organs-on-chip, que simulam órgãos humanos), com o objetivo de realizar testes sem cobaias vivas.
Como citado anteriormente, existem métodos capazes de substituírem o uso de animais em testes, outro exemplo é a técnica denominada in vitro, que é a criação artificial de peles e células com o objetivo de realizar testes.
Dessa forma, conclui-se que, é possível realizar testes de produtos sem utilizar animais como cobaias e sem danificar a prática de experimentos científicos. Porém, muitas empresas ainda desconhecem esses métodos e como forma de reduzir essas práticas, as empresas devem se informar sobre o assunto e substituir as cobaias por recursos técnicos para que os animais não sejam abusados. Além disso, os órgãos responsáveis pela fiscalização das empresas devem garantir que as empresas estão adotando métodos atualizados e tecnológicos. Portanto, nota a importância de utilizar recursos modernos e que não prejudicam a saúde animal e humanas, além de não prejudicar pesquisas científicas.