O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 01/12/2021

Em 2016, foi lançado o filme “Zootopia”, que falava da evolução dos animais, análoga à nossa vida humana. Em várias partes do filme, podemos determinar a pesquisa e os testes científicos de animais e, mais especificamente, em uma das cenas, o protagonista fala para a mídia sobre por que os animais voltam a ser selvagens. Um dos slogans do filme era quando ela conversava com um personagem, questionando por que os animais se tornavam selvagens. Ele disse: “Minha querida, podemos ter evoluído, mas ainda somos animais.”

A pesquisa e os testes em animais contribuem para o desenvolvimento da comunidade científica, mas não devem violar nenhuma vida e usá-los como cobaias. No ano passado, tivemos outra polêmica sobre o progresso científico. Um cientista usou o método CRISPR / CAS-9 que pode modificar o genoma, então esse cientista modificou o genoma usando o método de fertilização in vitro para que os gêmeos não nascessem com AIDS. É assim que se faz, e a menina fica Essa atitude irresponsável pode levar a uma série de mudanças e até a novos sintomas.

Então, até que ponto nós, humanos, chegamos para usar nossa própria espécie para pesquisas científicas. Outro ponto importante que precisa ser ressaltado é que com essa demanda por pesquisa animal, isso vai levar a uma maior reprodução, o que leva ao desequilíbrio ecológico, isso também ocorre na produção do nosso consumo. Por fim, no final do filme, o protagonista encontra uma forma de curar animais selvagens por meio das plantas. Porém, para trazê-lo para a nossa realidade, é necessário eliminar os testes em animais, pois existem outros métodos de teste para combater doenças e fazer avançar a ciência, como outras pesquisas com bactérias, plantas e equipamentos tecnológicos.