O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 25/11/2021

O caso que ocorreu em São Paulo, em 2013, onde ativistas adentraram em uma clínica de cosméticos e mostraram não só ao Brasil, mas também ao mundo, a forma como os cães eram submetidos e tratados, fez com que fosse levantado a questão da necessidade do uso de animais para fins científicos. Diante    tal realidade, é    observado inúmeros problemas,     entre eles a    negligência por parte dos    órgãos de vigilância    e a falta da prática de novos métodos que dispensam a utilização  dos     seres

vivos.

A princípio, um dos fatores que impossibilita o combate aos maus-tratos é a precária fiscalização feita aos laboratórios de testes e pesquisas, principalmente os da área farmacêutica e as de cosméticos, que são em maior número e uns dos principais segmentos do país. Isso deve-se a vários fatores, como a falta de agentes para realizar a vigilância e o tamanho continental do país, que impossibilita o acesso a certos lugares do Brasil.

Comumente realizadas em centros acadêmicos ou empresas especializadas, as pesquisas científicas contam com normas pré-estabelecidas por órgãos de ética, como o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal, devendo ser aprovadas pelos mesmos antecipadamente. Ademais, é obrigatório o envolvimento de profissionais qualificados e constante supervisão àqueles em processo de aprendizado. Visa-se, portanto, evitar práticas errôneas, que possam gerar sofrimento aos animais – e posteriormente seres humanos – envolvidos, de forma a reduzir ao mínimo possível os prejuízos aos sujeitos participantes das pesquisas.

Percebe-se, dessa forma, portanto, que o uso de animais em experimentos devem ser proibidos por lei, e os pesquisadores devem melhora as maneiras para fazer os produtos seguros que possam passar a população sem uso cobaia de qualquer espécie, assim então ficando todos satisfeitos.