O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 29/11/2021
Os neurocientistas afirmam que os animais têm a base neural e neurofisiológica da consciência e geralmente estão cientes da dor e de outros órgãos dos sentidos. Ao mesmo tempo, o fato é que esse problema não existe na comunidade científica, que luta contra a desumanização e usa animais para fazer experimentos perante a sociedade. Portanto, é necessário debater os fatores dos testes de biociências no Brasil.
Em primeiro lugar, a utopia humana torna-se o único irrigador dos sentidos. Segundo o naturalista e biólogo britânico Charles Darwin, humanos e animais são semelhantes, demonstrando sentimentos: dor, felicidade, alegria e dor. Porém, a aplicação surge de um confronto com as ideias de Darwin, por isso as emoções são abstraídas, com o propósito de submeter suas vidas às criaturas localizadas no topo da cratera biológica. Privar os animais de sua liberdade viola os princípios da Constituição Federal, o que é inaceitável.
Diante do aprensentado, outro fator que precisa ser analisado é a objetificação dos organismos. Com a colonização do Brasil, sinais de comercialização de organismos estranhos apareceram no Novo Mundo, e inúmeros testes foram realizados com seus corpos. Por exemplo, essa abordagem permanente agora é vista pela primeira vez em empresas que manipulam cada vez mais as promoções de animais para as indústrias farmacêutica e cosmética. É indiscutível que a consagração de direitos tem sido constantemente invadida, não só incapacitando o corpo, mas também prejudicando a saúde mental.
Diante do exposto, Portanto, é forçoso que medidas devem ser tomadas para facilitar o tratamento dos seres sencientes. É fundamental que as ONGs e o Ministro do Meio Ambiente exijam a redução do número de porquinhos-da-índia, pois, por meio de campanhas nas escolas e nos meios de comunicação, influenciam a formação de cidadãos para a conscientização e a substituição gradativa dos animais. Esses animais não são limitados por humanos. Para concordar com os neurocientistas, tanto humanos quanto animais têm estados sensoriais.