O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 09/07/2023
Segundo a Lei 11.794, o uso de animais em pesquisas e testes científicos segue normas da constituição. Embora essas digam protegé-los de qualquer dor ou im- pacto, a realidade é diferente. Coelhos, ratos, camundongos são submetidos a cru-eldades a fim de garantir a eficiência de algum medicamento ou cosmético. Conse-quentemente, esses sofrem diversos impactos físicos e mentais, não podendo ser reintroduzidos na natureza. Diante dessa trágica realidade, é preciso que tenha-mos um serviço de fiscalização ativo, a fim dessas covardias serem evitadas.
Para que isso ocorra, precisamos analizar as raízes do problema. Na Roma Anti-ga, atos de sacrifício animal eram incentivados. Consequentemnte, esse fato gerou, dentro do ser humano, um sentimento de superioridade diante todos os seres vi-vos. Como sequela, normalizou-se atos de desumanidade durante a história. Atu-almente, observamos isso de diversas formas. Recentemente, o Instituto Royal foi acusado de maltratar cães da raça beagle ao utilizá-los para a realização de testa-gem de produtos farmacêuticos. É evidente que os bichinhos ficaram com inúme-ros traumas decorrentes aos maus-tratos.
Primeiramente, lesões e corrosões ocorrem na pele deles, além de algumas substâncias cancerígenas serem injetadas. Como efeito disso, muitos acabam so- frendo com convulsões, paralisia e até mesmo morte. Porém, alguns conseguem sobreviver, gerando quadros de depressão, ansiedade e estresse irreversíveis. Ape-sar disso continuar acontecendo, métodos alternativos já mostram-se mais eficazes e baratos, como a réplica de células e tecidos humanos. Contudo, é mais cômodo para nossa sociedade continuar atrasada e para os responsáveis pela verificação dos laboratórios ignorar a triste realidade brasileira.
Diante do exposto, é nítido que mudanças precisam ser feitas. Logo, devemos i-niciar campanhas na internet incentivando a denúncia de locais que não cumprem a lei. Somando-se a isso, é essencial que cobremos da Anvisa, orgão responsável por promover a proteção da saúde pública, bem como a dos animais, uma maior fiscalização. Dessa forma, garantiremos o bem-estar daqueles que não fazem mal a ninguém, contudo, sofrem pela judiação humana.