O uso de veículos de tração animal no Brasil
Enviada em 13/07/2021
Tração animal encontra, no Brasil, uma série de empecilhos. Essa constatação pode ser comprovada por meio de dados divulgados pela Jusbrasil, os quais demonstram a Lei nº 10.531, que proibi os animais de traças, continuarem a serem explorados, todavia essa Lei não está sendo respeitada. Nesse contexto, a exploração de animais é um desafio no Brasil e persiste devido não só a falta de empatia, como também a escassez de conhecimento séria sobre o assunto.
Na obra “Modernidade Líquida”, Zygmunt Bauman defende que a pós-modernidade é fortemente influenciada pelo individualismo. A tese do sociólogo pode ser observada de maneira específica na realidade brasileira, no que tange aos animais de tração. Essa liquidez que influi sobre a questão desses bichos, funciona como um forte empecilho para sua resolução, pois além dos contudores estarem indo contra a lei, eles estão não tem empatia, nem com seus próprios animais.
Nesse sentido, o filósofo Schopenhauer defende que os limites do campo de visão de uma pessoa determinam seu entendimento a respeito do seu redor. Isso justifica outra causa do problema: se as pessoas não têm acesso à informação séria sobre o que são os animais e o que eles realmente passam, sua visão será limitada, o que dificulta a erradicação do problema.
Assim, especialistas no assunto, com o apoio de ONGs também especializadas, devem desenvolver ações que abranja o conhecimento da sociedade sobre o veículos de tração. Tais ações devem ocorrer nas redes sociais, por meio da produção de vídeos que alertem sobre as reais condições em que os animais passam. É possível, também, criar uma “hashtag” para identificar a campanha e ganhar mais visibilidade, a fim de conscientizar a população, para que acha uma mudança efetiva no combate contra os maus-tratos. Assim, ressalta-se a relevância de resolver a problemática no momento atual, pois, como defendeu Martin Luther King: “Toda hora é hora de fazer o que é certo"