O uso de veículos de tração animal no Brasil
Enviada em 23/07/2021
Durante o período neolítico viu-se a necessidade de um meio de transporte eficiente para transporte de materiais, e para isso o uso de veículos de tração animal no Brasil foi aderido. Diante disso, foram ocasionadas problemáticas ecológicas e econômicas.
A princípio, é compreensível a necessidade do transporte humano. Evidente disso, contempla-se o filme “O auto da compadecida”, onde a vivência na roça elide a possibilidade de uma modernização, fazendo com que a locomoção seja realizada através de animais. Fora das telas, a realidade brasileira é diretamente relacionada com a necessidade campestre de condução. Diante disso, a utilização dos animais como meio de transporte ocasiona problemas ecológicos desequilibráveis, já que a taxa de morte de animais com essas condições é vivenciada no sistema atual, sendo assim, a extinção dos mesmos pode ser recorrente, prejudicando ainda mais a vida no planeta.
Outrossim, o sistema capitalista do Brasil implementa alta agropecuária no interior, que por sua vez requer algo que desloque as produções, fazendo ainda maior a utilização de animais, por ser o recurso mais acessível. Dessarte, os mesmos tornam-se cativos da própria população brasileira, pois não há disponibilidade de recursos que possibilitem os trabalhadores rurais a utilizar outro meio para movimentação da economia no setor primário. Sendo assim, a frase “Um boi de carro chorava, seu olhar denunciava a tristeza do seu choro” da música “Boi de carro e alforria a boi de carro” de Delmiro de Barros, expressa a baixa importância dada para o gado e a alta demanda de dedicação oferecida a economia populacional e ao dinheiro recebido com a produção.
Tendo em vista isso, cabe ao governo federal oferecer tecnologia nos setores primários, para que a exploração animal através do uso de veículos de tração animal sejam extintas e cada ser irracional mantido assegurado possa ter seus direitos observados. Com tais medidas tomadas, o Brasil será beneficiado pela conservação de seu patrimônio ecológico e econômico, assegurando-se em sua capacidade de desenvoltura tecnológica eficiente.