O uso de veículos de tração animal no Brasil

Enviada em 26/07/2021

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê, em um dos seus artigos, o direito a proteção contra abusos e atrocidades a animais, entretanto, tal direito não é praticado com ênfase quando o assunto é o uso de veículos de animal de tração. Diante disso, cabe analisar a falta de fiscalização do governo e a desigualdade sofrida de quem usa tal transporte.

É notório, a negligência do governo com os animais, Segundo Edgar Morin, reverente sociólogo francês, com seu conceito de “pensamento sistêmico”, é preciso ir além de uma lógica linear, sendo necessário se preocupar com as relações de causa e efeito. Entretanto, o governo tem maior foco na proteção de humanos e, por consequência, negligenciam a proteção devida que os animais merecem. A vista disso, tal ato se torna preocupante, pois muito animais são desenvolvendo um trabalho forçadamente dia e noite e em condições degradantes, aprensentando alto nível de desnutrição.

Além disso, esse descuido com os animais acontece desde a antiguidade, o uso de animais para tração foi muito intensificado no século XXI, para fazer transporte de pessoas e produtos para vender nas cidades, com a globalização, que foi um processo de expansão econômica, os automóveis chegaram para ficar no lugar das carroças e charretes, mas nem todos tinham condição para fazer essa troca, pois eram muito caros. Essa desigualdade social é causa pela falta de acesso à educação de qualidade, e acabam apenas focando no dinheiro recebido, dando pouca importância para a vida do animal, já que o investimento no animal é menor do que num carro

Portanto, para que a Constituição seja comprida, o Governo Federal deve intensificar a fiscalização com ajuda da mídia, por meios de redes sócias e programas de TV, fazendo denúncias, e atribuindo multas em casos de mal tratos e péssimas condições de trabalho para o animal , para acabar com os abusos e atrocidades contra os animais.