O uso de veículos de tração animal no Brasil
Enviada em 11/10/2021
Em primeira análise, convém destacar que durante o período Neolítico, viu-se a necessidade de um transporte eficiente para o carregamento de materiais, concomitante à baixa tecnologia da época, por isso o veículo de tração animal foi aderido com veemência no Brasil. Destarte, o autor do filme “Auto da Compadecida”, Ariano Suassuna, demonstra a vivência na roça, no sertão nordestino, elide a possibilidade de uma modernidade, fazendo com que a locomoção seja realizada através de animais. Fora da ficção, a realidade brasileira é diretamente relacionada com a necessidade campestre de locomoção, na qual os animais são utilizados para o sustento de muitas famílias, porém muitos deles são tratados com descaso, sendo humilhados, ou até mesmo deixados na rua quando não suportam mais abusos. Logo, na maioria dos casos, os bichos trabalham o dia todo em meio ao trânsito perigoso, sob pressão, gritos, chibatadas, expostos ao sol forte ou ao frio. Muitas vezes, são alugados pelo dpono para trabalharem no período noturno, sen descanso.
Ademais, é dever do Poder Público, fiscalizar denúncias de mal uso de veículos de tração animal no Brasil. Sendo assim, o escritor Gilberto Dimenstein, em sua obra, “Cidadão de papel”, afirmava que a legislação brasile
ira é ineficaz, visto que, embora aparente ser completa na teoria, muitas vezes não se concretiza na prática. Prova disso, é a Lei 10.531, que estabelecia em 2008, um prazo de até oito anos para que veículos de tração animal fossem proibidos no país. Contudo, na realidade, são visíveis o desrespeito a lei, tendo em vista que ainda se verifica um grande número de carroças circulando pelas ruas das cidades, de modo que muitos bichos são sobrecarregados, á beira da exaustão. Fica claro, então, que esses animais estão longe de serem protegidos e tratados com dignidade e respeito.
Portanto, faz-se necessária a realização de medidas que mitiguem o desafio. Assim, cabe ao Governo Federal, o dever de oferecer tecnologia aos setores primáros, para que a exploração animal atráves de veícuilos de tração sem extintos, por meio de alternativas, como a criada pelo engenheiro de produção, que sensibilizado pela situação precária dos animais, desenvolveu o cavalo de lata,