O uso do celular em sala de aula: ferramenta de aprendizagem ou de distração?

Enviada em 20/09/2021

Hodiernamente, alguns países como a França estão proibindo a utilização de aparelhos celulares por estudantes em sala de aula, mesmo que tal ferramenta possa contribuir muito com a aprendizagem dos jovens. Por isso, é de suma importância analisar como o manuseio desse instrumento nas escolas prepara os dicentes para um mundo globalizado e para liderem com os possíveis malefícios das tecnologias digitais.

Sob esse viés, é valioso elucidar a necessidade da implementação do uso de “smartphones” nas instituições de ensino para preparar os alunos para o cenário atual. Haja vista que com a Globalização a utilização de tecnologias digitais tornou-se indispensável aos indivíduos, seja no mercado de trabalho ou em suas vidas pessoais. Dessa forma, é preciso que as escolas, as quais têm o papel de preparar os jovens para a vida adulta, implemetem o uso de celulares, a fim de capacitar os dicentes para as exigências da modernidade. Logo, é evidente como essa ação mostra-se como uma ferramenta de apredizagem sobre as novas demandas globais.

Ademais, também é importante analisar o papel que o uso de celulares nas escolas desempenha no combate aos possíveis maléficios das tecnologias da comunicação. Dado que a utilização desses aparelhos no ambiente escolar, durante o Processo de Socialização Primária dos indivíduos, corrobora com a aprendizagem a respeito do uso consciente dessa ferramenta e não mais como algo que distrai, vícia e atrapalha a concentração. Uma vez que esse jovens entenderão, com o auxílio dos professores, como utilizar os telefones com um instrumento de acesso ao conhecimento.

Fica claro, portanto, como os celulares podem ser uma ferramenta de aprendizagem para os alunos na contemporaneidade. Sendo assim, cabe ao Estado, por meio do Ministério da Educação, reformular o plano de ensino nacional, para implementar o uso dos aparelhos telefônicos nas escolas do país. Desse modo, diferentemente da frança garantirá que os jovens possam se preparar para as demandas de um mundo globalizado.