O uso do celular em sala de aula: ferramenta de aprendizagem ou de distração?

Enviada em 27/09/2021

O uso do celular em sala de aula é visto de duas maneiras pelos cidadãos, na qual a primeira opinião conta com a ideia de que usufruir de ferramenta tecnológica em sala de aula, prejudica a aprendizagem dos alunos, já o segundo ponto de vista trata das opiniões de indivíduos que reconhecem a importância do aparelho eletrônico como um ótimo complemento nos estudos. Na novela, “Viva a Diferença”, Ellen é uma estudante que possui boas notas, pois seu método de aprendizagem é, somente, feito por ferramentas tecnológicas, porém encontra diversas dificuldades em seu colégio por não permitirem o uso de celulares e computadores, afirmando que eles “roubam” a atenção dos aprendizes.

Em primeiro lugar, é visível a grande quantidade de escolas que proíbem a utilização dos celulares, exceto em casos de urgência, pois segundo o site “Agência brasil” 90% das instituições afirmam que os aparelhos complicam no conhecimento. Cuja, essa complicação está ligada aos comportamentos de distração, desatenção, esquecimento e alienação que cooperam para um mal aprendizado.

Em segundo lugar, é perceptível a também grande quantidade de colaboradores de diferentes colégios que juntos aos alunos apoiam o manuseio de ferramentas tecnológicas durante as aulas, porque afirmam ser excelente material pedagógica em pesquisas, leituras de textos e discussões de temas. Segundo o site, “G1’, cerca de 52% das instituições de educação aprovam o uso de celulares dentro das classes.

Dessa forma, conclui-se que o uso do celular em sala de aula como uma ferramenta de aprendizado deve ser estabelecido, portanto o Ministério da Educação em companhia com o Governo Federal deve, por meio de uma reunião, impor às grandes empresas que pratiquem mensalmente, feiras tecnológicas em escolas para exibir a importância dos aparelhos eletrônicos nos estudos, caso contrário terão de arcar com uma multa. Também, exibirão em comerciais de TVs propagandas sobre a conscientização do uso de celulares e computadores na hora das aulas, fazendo com que assim o número de escolas públicas e particulares permitam o uso ilimitado de dispositivos eletrônicos.