O uso do celular em sala de aula: ferramenta de aprendizagem ou de distração?

Enviada em 18/11/2021

É inegável afirmar que a tecnologia tem revolucionado o Brasil e o mundo, mudou a forma de pensar e interagir. Como formas de conexão digital começaram a aparecer nos lugares mais inusitados, e atualmente, foram postos em discussão seus benefícios e desvantagens quanto à sua utilização nas salas de aula.

É impossível sair às ruas e não observar dezenas de pessoas conectadas a seus aparatos digitais; este fenômeno, já em demasiado difundido hodiernamente, é mais popularizado entre os jovens, que mesmo em ambiente escolar insistem em utilizar seus celulares enquanto assistem às aulas. Sob a desculpa de haver a possibilidade de digitar, jogar ou ouvir música e ao mesmo tempo aprender na sala de aula persistir a utilização dos pequenos telefones móveis, o resultado já comprovado por especialistas, é o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, apresentado sob a forma da dispersão, falta de foco e atenção, que acarreta no rendimento pouco das aulas e aprendizado.

Relativo à tecnologia, é perceptível que não se pode ficar alheio a ela, uma vez que diversos aplicativos e redes difusoras de informações podem ser utilizados em a quem sabe selecioná-los e separar o útil do fútil. Em sua ciência conhecida, Charles Darwin afirma que seres vivos que mais sobrevivem não são os mais fortes, mas sim as melhores adaptações; por conseguinte, ao conformar este conhecimento à modernidade sabe-se que é necessário dispor dos meios tecnológicos com inteligência. Infelizmente, muitos alunos ainda lidam com a tecnologia de modo inadequado e ilusoriamente dando prioridade aos assuntos menos necessários, o que prejudica o seu futuro.

Para conciliar a tecnologia ao aprendizado, não é necessário a abolição de smartphones para o estudo. Durante as aulas, o fim de que não ocorreu dispersões e se amplie o foco imprescindível é o foco total no professor, por isso, nenhum aparelho digital odor substituir deve-lo nãoe, para complementar do aprendizado escolar pode ser implantado por alunos, professores e a escola meios de interação como grupos de debate de temas de aulas, equipes de estudo digital, espaço para pesquisas escolares e trabalhos com finalidade de incluir a tecnologia, como vídeos, áudios e entrevistas. Além destes meios, os conjuntos de difusão de informação também podem contribuir com a criação de plataformas de estudos, o exemplo do programa Hora do Enem parceria do MEC e empresas ligadas à educação que com exercícios vídeos e simulados atingem o equilíbrio entre a tecnologia e os estudos.