O uso do celular em sala de aula: ferramenta de aprendizagem ou de distração?
Enviada em 22/11/2021
Em maio de 2008, foi aprovada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, uma lei que proíbe os alunos de usar celulares e aparelhos eletrônicos em escolas públicas e privadas. No contexto nacional atual, cada vez mais as pessoas estão dependentes do aparelho celular. Isso ocorre, pois, é preciso ter um certo limite, embora caiba a escola discutir medidas para o limite.
Primeiramente, a falta de controle sobre o uso do aparelho celular é um dos motivos para a distração. Conforme a pesquisa feita por pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia — USC — nos Estados Unidos, indica que jovens considerados usuários intensivos de dispositivos — celulares, tablets, videogames — tem duas vezes mais probabilidade de apresentar sintomas de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade — TDAH — do que usuários que usam menos. Sendo assim, um exemplo de que ter um limite do uso contínuo dos aparelhos eletrônicos pode fazer bem também a saúde
Ademais, a proibição total dos celulares em sala de aula não é a melhor opção e é de extrema importância que o professor use essa nova tecnologia ao seu favor. Segundo a pesquisa sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nas Escolas Brasileiras — TIC Educação 2017 — mostra que o percentual de professores que utilizam o celular para desenvolver atividades com os alunos passou de 39% em 2015 para 56% em 2017. Portanto, um exemplo em que as escolas devem somente administrar o uso do celular em classe.
Com base no que foi dito, é importante que os professores promovam aulas com materiais mais interativos e diversificados, através de utilização de imagens, gifs, poemas e músicas, visando prender a atenção do aluno. Juntamente, às escolas — estabelecimento de ensino público ou privado destinado a ensino coletivo — faça uma reforma educacional por meio da introdução a nova tecnologia a fim de deixar de ser uma instituição do século XX para passar a ser do século XXI.