O uso do celular em sala de aula: ferramenta de aprendizagem ou de distração?
Enviada em 22/11/2021
Atualmente, com o grande avanço na tecnológica, o uso do celular é cada vez mais frequente pela população, inclusive, pelos alunos. Entretanto, essa utilização pode trazer diversas consequências pela grande quantidade de informações disponíveis na internet. Além disso, a distração é um fator extremamente negativo que o aparelho gera, e que afeta o desempenho escolar do aluno.
Primeiramente, é válido ressaltar que a cultura do imediatismo cresce frequentemente entre todos usuários de celular, já que eles se acostumam a absorver muitas informações instantaneamente por meio das redes de comunicação. No documentário “Dilema das redes”, da Netflix, observa-se que o celular deixa as pessoas ansiosas e dispersas pelo grande fluxo de informações que ele oferece, o que, além de poder prejudicar a saúde mental, causa uma fragilidade intelectual, problemas que são desenvolvidos, principalmente, durante a fase de desenvolvimento do corpo humano. Assim, as escolas devem evitar ao máximo o uso de celulares dentro da instituição já que em sala de aula, esse uso poder ser um problema por diminuir a habilidade de interpretação e prejudicar a memória.
Ademais, o ser humano é impulsionado a direcionar sua atenção a coisas que ele gosta, na situação dos alunos, quando juntos ao celular, são mais propícios a utiliza-lo de forma inadequada, ou seja, com as redes sociais, por exemplo. Consequentemente, ao invés de ter um efeito positivo por ser uma ferramenta de ensino, é atribuído ao aparelho a função de distrair os alunos das aulas, que afeta o desempenho deles na escola. Pôde-se citar ainda, pesquisas que relatam sintomas de déficit de atenção pelo uso excessivo do celular, afetando, além da escola, diversas áreas da vida dos alunos.
Tendo em vista o que foi apresentado, é fundamental que realize-se mudanças para a otimização da educação. O Governo - principal promotor da harmonia social - deve limitar, por meio da lei, o uso de celular nas escolas por no máximo meia hora, visando, assim, que o nível de atenção dos alunos se torne maior e sua aprendizagem não seja afetada.