O uso do celular em sala de aula: ferramenta de aprendizagem ou de distração?

Enviada em 23/11/2021

O contexto histórico que se aplica quanto ao uso do celular em sala de aula, começou a ser mais decorrente no período pandêmico, no momento em que, todos eram impossibilitados de sair de suas casas para ter aulas presenciais, que em consequência, houve a aplicação do sistema de ensino à distância, EAD. E após o retorno das aulas presenciais, este cenário abriu uma discussão sobre a questão  do celular em local escolar ser uma ferramenta ou distração. A resposta do questionamento atualmente, é encontrada nos resultados que trouxeram no desempenho escolar dos alunos, e rendimento deles durante o período de aula.

Em primeiro plano, destaca-se um questionário feito pelo site “Brasil Escola”, em 2015, com estudantes que relataram seus motivos pelo qual usavam o aparelho eletrônico durante o período de aula, pode-se afirmar que, cerca de 55% dos participantes responderam que acreditam que não há diferença de finalidade do uso do celular tanto na escola quanto em casa, ou porque, estão cansados da aula. Sabendo também que, muitos professores são contra o uso pois reconhecem o quanto estatisticamente, que a ferramenta tecnológica para a maioria dos alunos, trazem um certo déficit no desempenho escolar, pelo fato de que os alunos ainda desconhecem a seriedade dos estudos e o quanto podem ser afetados pelo mal uso do celular. Numa pesquisa por psicólogos da Universidade de Chicago, foi constatado que a tecnologia dos aparelhos traz aos estudantes um bloqueio na fluidez de ideias, através da observação com os dados científicos analisados.

Paralelo a isso, tem-se entendido que a questão do rendimento escolar e intelectual dos estudantes também é afetada. Pois é sabido que, diante toda intensidade do ensino das escolas, é provocado nos alunos um cansaço mental bem desgastante, porém, diante todo esse novo cenário de intervenção eletrônica, o cansaço é promovido em maiores proporções por ocasionar ainda mais distrações, perda de foco e memória nos estudantes. É notório que, no Brasil ainda não há uma regra quanto a supervisão e comportamento com os devidos aparelhos em sala de aula, então muitos profissionais, acabam ficando sem saber o que fazer.

Diante dessa problemática, é obrigatório intervenção do Governo Brasileiro, órgão que controla e administra a nação brasileira, criar juntamente com o Ministério da Educação, ministério que cuida do ensino e educação do país, uma lei que consta como deve ser o comportamento diante o uso dos aparelhos, para ter mais controle do ato problemático. Além disso, poderiam fazer campanhas com infográficos usando linguaem verbal e não-verbal, apresentando informações científicas de que o uso é prejudicial, para conscientização social, por meio da publicação dessa nas redes sociais.