O uso do celular em sala de aula: ferramenta de aprendizagem ou de distração?

Enviada em 29/11/2021

A revolução Indústrial, iniciada em meados do século 18, promoveu grandes transformações em todos os países gerando o desenvolvimento da globalização e da tecnologia e tem sido chamada de quarta Revolução o conjunto de tecnologia em meio aos processos. Em vista disso, aparelhos eletrônicos passaram por diversos desenvolvimentos e atualmente pode facilitar ou prejudicar a vida humana. Nesse prisma, destacam-se dois problemas, sendo a problemática causada pelo excesso, e o uso correto de forma que não prejudique a saúde mental e física da populção.

Em primeira análise, é evidente que as pessoas estão cada vez mais viciadas em celulares, ficando dependentes do uso, o que acaba acarretando em problemas como o uso dos eletrônicos em meio escolar, tirando a atenção das aulas e sendo um problema ainda maior a quem possui déficit de atenção. Nesse sentido, o uso frequente de celular nas aulas atrapalham o aluno e o professor, além de poder ampliar o número de indivíduos com nomofobia, doença estabelecida a pessoas que não conseguem ficar longe do celular, uma vez que, em casa já tenham o excessivo uso do aparelho.

Ademais, é indubitável que a maneira como as crianças e até mesmo os adultos seguram os aparelhos celulares podem levar a desgastes, e dores no pescoço, costas, dedos, e na visão, sendo necessário instruções, caso fosse instituído em escolas como método de aprendizado. No entando, segundo o cientista alemão Albert Einsten “A tecnologia move o mundo”, mas não deveria mover a vida da humanidade, pois tudo pode ser estipulado quando há equilíbrio.

Depreende-se, portanto, a necessidade de ajustar os métodos a modo que não haja prejuízos aos estudantes e aos professores. Em vista dos fatos supracitados, faz-se necessária adoção de medidas que venham diminuir o uso dos celulares em âmbito escolar. Por conseguinte, cabe ao Ministério da Educação juntamente as escolas, proibir o uso indevido de aparelhos celulares em meio às aulas, por meio de leis já estabelecidas anos anteriores, a fim de resolver a problemática do uso excessivo e inadequado. Cabe também as escolas, decidir quando há ou não a necessidade do uso de modo que amplifique o conhecimento geral da turma escolar, por meio de regras da direção a fim de não prejudicar nenhum indivíduo. Somente assim, não deixarão que um aparelho possa mover e estabelecer o modo de vida de alguém.