O uso do celular em sala de aula: ferramenta de aprendizagem ou de distração?

Enviada em 04/07/2022

Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entento, o que se observa na realidade é o oposto do que o autor prega, uma vez que o uso do celular em sala de aula apresenta berreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto do excesso de liberdade, quanto da falta de regras rígidas. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.

Precipuamente, é fulcral pontuar que o excesso de liberdade em sala de aula deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne á criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretando, isso não ocorre de uma maneira efetiva, o que acaba gerando a prejudicação no ensino escolar e gerando indivíduos analfabetos funcionais. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Ademais, é imperativo ressaltar que a ausência de regras rígidas no ambiente escolar como o principal promotor do probelma. De acordo com Albert Einstein, “Se tornou aparentemente óbvio que nossa tecnologia excedeu nossa humanidade”. Partindo desse pressuposto, Einstein á frente de seu tempo já percebera o grande problema fixado na civilização atual: a depêndencia por tecnologia e a perca da leveza humana. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que a insuficiência de regras contribui para a perpetuação desse quadro deletério.

Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar e entender se o celular tem a função de aprendizagem ou distração no ambiente escolar, a direção das escolas e os pais ficam responsáveis para saberem o momento exato de utilizar essa tecnologia como forma de somar no conhecimento. Desse modo, atentuar-se-á, em médio e longo prazo o impacto ocasionado, e com a coletividade alcançará a Utopia de More.