O uso do celular em sala de aula: ferramenta de aprendizagem ou de distração?

Enviada em 11/08/2022

O uso dos celulares nas salas de aula vem ficando cada vez mais frequente, com esses dispositivos os alunos conseguem acessar materiais online para sua aprendizagem, conseguem criar grupos de discussão com os colegas de classe, acessam livros online, facilitando a sua capacidade de interagir com os professores e com as tarefas passadas já que é um meio que os jovens têm mais facilidade de manusear. Assim, é importante ressaltar se o uso do celular é uma ferramenta de aprendizagem ou de distração em sala de aula, uma vez que o uso inadequado dos celulares em sala afeta na aprendizagem do estudante e o celular auxilia o acesso dos alunos nas ferramentas de estudo.

Em primeiro plano, o uso inadequado dos celulares em sala afeta na aprendizagem do estudante, ele se distrai quando a tela do celular acende mostrando alguma mensagem tirando a sua atenção da aula, o estudante já fica desinteressado e começa a abrir em outros aplicativos. A lei n°2.246 proíbe o uso de aparelhos portáteis sem fins educacionais, tais como celulares, jogos eletrônicos e tocadores MP3, nas salas de aula ou em quaisquer outros locais em que estejam sendo desenvolvidas atividades educacionais nos níveis de ensino fundamental, médio e superior.

Paralelo a isso, o celular auxilia o acesso dos alunos nas ferramentas de estudo, as aulas ficam mais interativas e todos tem maior motivação para participar das atividades, com os dispositivos é possível buscar informações que estão fora dos livros didáticos, as redes sociais podem até ajudar nas buscas de informações para formar boas opiniões e argumentos dos indivíduos.

Entende-se, portanto, que os celulares nas salas de aula têm que ter um certo controle para que não ocorra acidentes de distração da parte dos alunos, para que sejam usados somente em casos educacionais, sem tirar o foco da aula. Com uma boa supervisão dos educadores na hora da atividade, os estudantes estarão ocupados desenvolvendo críticas, opiniões e argumentos para a realização da atividade, fazendo o aparelho ser uma ferramenta de aprendizagem.