O uso do celular em sala de aula: ferramenta de aprendizagem ou de distração?
Enviada em 16/08/2022
Em face da realidade atual, é perceptível que a presença de celulares na vida das pessoas é quase que inseparável. Em grande parte do dia precisamos buscar alguma informação de maneira precisa, responder alguém, ou apenas desfrutar da diversão que a tecnologia pode nos oferecer. Segundo o cientista alemão Albert Einstein, “o espírito humano precisa prevalecer sobre a tecnologia”, porém não é algo que vêm acontecendo, principalmente no berço das futuras gerações: as escolas.
Apesar de todos os benefícios que esses pequenos aparelhos podem trazer, há também um lado ruim, que se encontra na dispersão do foco, falta de atenção, entre outros; e em virtude disso, surge a dúvida se a utilização destes é necessária ou se apenas vão distrair os estudantes de seus objetivos durante a aula. A resposta é relativa à finalidade com que serão utilizados, podem ser muito benéficos quando o uso é requisitado pelo docente, em trabalhos em grupo, pesquisas para a aula, visualização rápida de algum material, para responder familiares ou atender a uma emergência.
Entretanto, se forem utilizados apenas para o entretenimento enquanto dura a explicação da aula, não servirão para nada além de obstáculos no aprendizado, que podem levar a um mal rendimento se cultuado este hábito. Mas isso não quer dizer que seu uso precisa ser estritamente restringido a fora dos limites da escola, pois é de exímia importância que a vida pessoal do aluno esteja conectada com seus estudos, e a tecnologia permite que sejam facilmente criadas dinâmicas por parte dos educadores que divirtam, ensinem e façam uso do celular, visto que atualmente existem inúmeros suportes como sites e aplicativos destinados à uma educação mais divertida e tecnológica.
Em suma, é possível concluir que os celulares são e devem ser utilizados como ferramentas de aprendizagem dentro da escola em várias atividades, ministradas ou não pelos professores, porém com certos limites a serem respeitados para que seja possível conciliar o campo educacional com o tecnológico.