O uso do celular em sala de aula: ferramenta de aprendizagem ou de distração?
Enviada em 21/09/2022
Segundo um pensamento do ativista Nelson Mandela, “a educação é a arma mais poderosa que se pode usar para mudar o mundo”. Nesse cenário, a sociedade está cada vez mais globalizada, e as novidades provenientes do avanço tecnológico podem aprimorar a educação e promover a mudança desejada no mundo, assim como citado por Mandela. Por isso, a tecnologia não deve ser vista como empecilho nas escolas, visto que ela pode auxiliar na organização e no aprendizado dos jovens.
A priori, o uso de celulares em sala de aula deve ser fiscalizado, a fim de direcionar os alunos a usarem a ferramenta de forma produtiva. Além disso, é possivel trazer maior dinamicidade nas aulas por meio de plataformas de estudo, leituras em “e-book” e pesquisas mais rápidas na internet. Desse modo, nota-se que a inclusão de aparelhos eletrônicos nas escolas é um fator positivo para os alunos que, por já estarem acostumados com a tecnologia, podem utilizá-la visando um melhor desempenho acadêmico.
Outrossim, a série “Black Mirror” retrata o uso da tecnologia no futuro, incluindo o uso de eletrônicos para a realização de tarefas básicas. Haja vista que já se vive em uma era tecnológica, é indubitável que essa modernidade seja implementada no cotidiano dos jovens. Nesse sentido, ensinar a maneira correta de utilizar as novidades tecnológicas garante maior domínio sobre a ferramenta. Com isso, conclui-se que a inteligência artificial auxilia no futuro dos jovens e deve ser usada como ferramenta de aprimoramento.
Portanto, para que a juventude aprenda a utilizar a tecnologia como método de suporte, é mister que o Ministério da Educação, por meio da distribuição e implementação de aparelhos eletrônicos, promova o uso de computadores, tablets e celulares nas escolas como ferramenta de ensino. Ademais, a distribuição dos aparelhos deve ser igualitária e o uso deve ser fiscalizado por professores. Dessa forma, a fim de utilizar a tecnologia como fator propulsor do desenvolvimento educacional, as aulas se tornariam mais inclusivas e dinâmicas, assim como apresentado em “Black Mirror”.