O uso do celular em sala de aula: ferramenta de aprendizagem ou de distração?
Enviada em 17/10/2022
Nomofobia é um transtorno psicológico no qual o indivíduo possui um medo irracional de ficar sem o aparelho celular. Entretanto apesar do dispositivo conduzir à certos problemas, é inegavél a sua importância atualmente. Com isso o uso da tecnologia em sala de aula pode ser tanto para aprendizagem, se usado corretamente, quanto um meio de distração do aluno, o que prejudica o seu progresso escolar.
Sobretudo o aparelho pode ajudar no incentivo aos estudos. O aplicativo Grapho Game feito pelo Ministério da Educação (MEC) possui a finalidade de, enquanto jogam, as crianças praticarem suas habilidades fonológicas, sendo uma ferramenta divertida para os mais novos. Usar meios modernos estimulam jovens que cresceram já em um período tecnológico, porque possuem maior interesse no assunto, além de que na internet há maior disponibilidade de matérias, o que facilita nas pesquisas acadêmicas. Desse modo através de aplicativos e portais na internet, os estudos são mais acessíveis, dinâmicos e práticos.
Em contra partida manter-se ativamente com o dispositivo afeta na concentração e na aprendizagem. Segundo o estudo feito pelo Brazil Digital Report de 2019 indica que brasileiros passam mais de nove horas por dia conectados. Isso ocorre pelo fato da tecnologia causar a compulsão pois esses meios são atrativos para quem os consome e são um entretenimento em qualquer momento, ou seja podem ser um meio de distração. Portanto o celular na sala de aula pode desencadear em baixo desempenho nas notas porque os alunos ao atraírem-se ao aparelho, perdem seu foco nas aulas dadas aos professores.
Logo é possível notar que há pontos positivos e negativos do uso da tecnologia nas escolas. Assim sendo as instituições devem comprir a lei da proibição do uso do aparelho em sala de aula. Porém há também formas divertidas e interessantes de estimulrem aos estudos como excursões à museus, peças de teatro, feiras de estudos ou também disponibilizar aos professores computadores para a reprodução de filmes, documentários ou vídeos, com a finalidade de transformar a aprendizagem e torna-lá mais cativante e agradável aos estudantes, sem proibir totalmente o acesso deles à tecnologia durante esse período dos estudos.