O uso do celular em sala de aula: ferramenta de aprendizagem ou de distração?
Enviada em 19/01/2023
Certamente, o uso dos smartphones têm aumentado drasticamente graças ao grande avanço tecnológico e há suas vantagens por poderem se comunicar, pesquisarem e atualizarem sobre notícias, porém o uso contínuo traz o vício que é levado para sala de aula. Então, o uso indevido desses aparelhos prejudica o aprendizado dos estudantes por estarem conectados e não estarem “presentes” a sala de aula. Sendo assim, como causador principal da questão é o uso indevido e o uso demasiado do celular que traz como consequência o vício que atrapalha o aprendizado do aluno em sala de aula obstruindo a solução da questão.
Diante disso, o excessivo do celular pode gerar transtornos psíquicos, como ansiedade e posteriormente, depressão. Podendo nomear isso como uma fobia,nomofobia, que seria o medo de ficar sem o celular. Longe do smartphone, o indivíduo fica ansioso, com a sensação de estar perdendo informações importantes, ou ainda excessivamente entediado. Tendo como exemplo da terceira lei de Newton ,há toda ação sempre há uma reação, seria o vício de estar conectado ao aparelho e levá-lo ao colégio.
Primeiramente, o vício de utilizar o celular é levado em sala de aula, então esse uso no âmbito escolar é prejudicial, pois tendem a ficar “hipnotizados” pelas telas. Se não houver controle, isso pode comprometer o desenvolvimento cognitivo, além de tirar o foco dos conteúdo na sala de aula prejudicando a carreira escolar do indivíduo.
Dado o exposto, torna-se evidente que medidas estratégicas precisam ser tomadas para amenizar o problema. É preciso que o Ministério da Educação, em parceria com os estados, prefeituras e responsáveis crie médias de dosagem perante ao uso do celular e que permita usufruir do aparelho apenas em situações de aprendizagem, por meio de campanhas aos alunos promovendo o uso educacional em salas de aula e confiscação do aparelho caso ocorra o descumprimento dessa norma. Assim, essa ação promoverá uma atitude, por parte dos estudantes; mais produtiva.