O uso do celular em sala de aula: ferramenta de aprendizagem ou de distração?

Enviada em 19/01/2023

Potencial ajudante ou inimigo do processo de aprendizagem?

Durante a pandemia, os celulares foram ferramentas importantes para que os alunos não ficassem atrasados com os conteúdos escolares. Sendo assim, o aparelho pode ajudar em pesquisas durante as aulas no intuito de aprofundar nos conteúdos e abrir margem para novos conhecimentos, facilitando assim o aprendizado. No entanto, pode ser um caminho de grande distração se usado em momentos importunos, que atrapalha e atrasa os professores e alunos.

Considerando que as revoluções tecnológicas têm trazido novas formas de facilitar o cotidiano e aumentado a tecnologia nos ambientes de trabalho, casa e escolares, o aparelho celular é uma forma de facilitar o acesso a informação dentro da sala de aula, possibilitando a pesquisa de conceitos desconhecidos, realizações de trabalho e tarefas, anotações, etc. De forma que o aprendizado fique acessível e dinâmico, pois as informações não são trazidas apenas pelos professores.

Portanto, os jovens se tornaram dependentes dos celulares, com o fácil acesso a internet, as vezes disponível pela própria escola para fins de estudo, mas que é usada pelo corpo docente em horas inadequadas, e a interações com conteúdos de interesse do usuário (bate-papos, jogos, filmes, músicas, etc.). Dessa forma, o aparelho é um portal que pode tirar o foco do aluno, pela quantidade de “informações” mais atrativas do que a matéria apresentada pelo professor.

Diante do exposto, é importante que o celular seja usado de maneira apropriada em sala de aula, para isso é necessário que as escolas criem regras que permitam o uso do celular apenas com a permissão dos professores, de forma a acrescentar no ensino do estudante. Assim como a conversa de professores com alunos que descumprem as regulamentações para que estes fiquem conscientes de que estão atrapalhando o processo. Além disso, a disponibilização do WI-FI apenas nos momentos necessários, através de agendamento em salas específicas que disponibilizem a internet organizado na secretária das escolas e por professores, resultando em um índice menor uso do telefone celular em momentos errados.