O uso do celular em sala de aula: ferramenta de aprendizagem ou de distração?
Enviada em 16/03/2024
A revolução francesa de 1789 foi o berço de todos os direitos e deveres construidos na contemporaneidade,tais quais a liberdade e igualdade.No entanto,a questão do uso do celular em sala de aula é incongruente com esses principais históricos,em virtude de erros de entes públicos e coletivos,assim,urge a análise precisa do imbróglio,á luz de questões normativas e educacionais.
Sob esse viés,cabe ressaltar,em primeiro plano,que o problema ocorre por falhas governamentais.Dentro desse aspecto,o filósofo plantão afirma que a política é a esfera para estadistas.Isso ocorre porque há falta de políticos públicos para criar instrumentos assertivos de punição para quem utiliza o aparelho nas salas.Posto isso,Os alunos podem se distrair com notificações e aplicativos,pode-se tornar uma ferramenta para a promoção de cyberbullying.
Outrossim, é imperioso destacar,em segundo plano,que as lacunas escolares também são um motivo da óbice.Como não há educação de qualidade para preparar o jovem a incentivar a aprendizagem numa linguagem atual e dinâmica.A adversidade persiste e consequências como parte de professores sem preparo para o manuseio de tecnologias,pode afetar a estabilidade emocional,a visão ,a qualidade de sono e a intervenção social dos alunos.Logo,deve-se aplicar o pensamento de Nelson Mandela que afirma “a educação é a arma mas poderosa que você pode usar para mudar o mundo”,para mudança de quadro retratado.
Fica evidente, portanto,que são fundamentais a criação de alternativas para amenizar o impasse citado.Para isso,os interlocutores da informação,como noticiários televisivos e canais da imprensa em outras plataformas, responsáveis por informar e conscientizar a população,devem promover a relevância sobre ilimitar as buscas dos alunos no aprendizado por meios de debates com especialistas a área.Isso como a finalidade de atrapalhar desempenho de alunos do Brasil e de outros países.