O uso do celular em sala de aula: ferramenta de aprendizagem ou de distração?

Enviada em 16/03/2024

Os Jovens e as Mídias Digitais

Atualmente, a ferramenta tecnológica mais utilizada por toda a humanidade são os celulares, telefones móveis que dão acesso a qualquer informação registrada até então. A geração atual, cresceu utilizando essa tecnologia, e, acabaram desenvolvendo uma certa dependência nessa tecnologia. Os jovens, estão muito fragilizados por conta das informações de fácil acesso, e uma das pautas mais comentadas atualmente sobre os celulares, é seu uso em sala. Essa é uma abordagem que divide opiniões, porque pode ser muito bem uma ferramenta de estudo, mas o vício dessa geração pode interferir em seu auxílio.

Um estudo britânico compartilhado pela BBC em 2019, afirma que em 4 jovens, peloenos um é viciado em celular, e isso é uma realidade atual, se em 2019 já estavam nesse nível, imagine 5 anos depois. Com o avanço da tecnologia e entretenimento, os jovens estão se tornando extremamente dependentes dessa tecnologia, basicamente reféns dela, e desenvolvendo um vício em dopamina, informações rápidas, e isso pode afetar efetivamente os estudos e a escola, isso é inegável. Entretanto, se os professores e educadores souberem se apropriar dessa tecnologia, o celular pode deixar de ser um empecilho e se tornar uma ótima ferramenta de estudo, devido a sua mobilidade e fácil acesso a informações. Tudo depende do bom uso do educador, há diversas dinâmicas qual os telefones podem ajudar, e não atrapalhar. Cabe aos educadores aprenderem a lidar com as novas tecnologias e adaptarem os métodos de estudo, para fazer algo ainda mais efetivo as aulas.

Com isso, é possível sim afirmar que o telefone pode sim ser uma exímia ferrameta de estudo, e isso só depende do gerenciamento de seu uso, do auto controle e do engajamento da escola. Aulas tediosas podem se tornar dinâmicas que vão auxiliar o aluno, com esse vício em informações rápidas, e essa geração da tecnologia, o melhor jeito para dar uma boa aula, é se adaptando ao futuro, e não fivando preso nos ideogramas do passado. Isso se dá ao fato que a tecnologia não vai parar de avançar, nunca vai, e cabe a nós a adaptação à ela.