O uso do celular em sala de aula: ferramenta de aprendizagem ou de distração?
Enviada em 17/03/2024
A tecnologia tem estado cada vez mais presente em nossas vidas, influenciando nosso dia a dia em casa, no trabalho e, principalmente, no estudo. Entretanto, é importante sabermos o ponto em que os celulares, por exemplo, passam a ser prejudiciais nas salas de aula.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, no dia 29 de janeiro, dados recolhidos através do Censo Escolar 2020, que exibe a condição das escolas brasileiras de ensino fundamental e médio no que se refere à disponibilidade de equipamentos de tecnologia da informação e comunicação. Tal Censo Escolar revela que, na educação infantil, é encontrada a disponibilidade de internet banda larga em 85% das escolas particulares, já na rede municipal, este percentual é de 52,7%. Em relação ao ensino fundamental, encontramos os seguintes dados: 9,9% das escolas possuem lousa digital, 54,4% têm projetor multimídia, 38,3% dispõem de computador de mesa, 23,8% contam com computadores portáteis, 52% possuem internet banda larga e 23,8% oferecem internet para uso dos estudantes. Muitos tabus e opiniões contrárias têm sido erguidas em relação ao uso dos celulares na sala de aula, pois pode ser uma ferramenta de grande ajuda, da mesma forma que pode atrapalhar o aprendizado dos estudantes. É válido afirmar que é esperada certa responsabilidade do estudante acerca do uso de seu aparelho telefônico, sabendo os momentos adequados, sendo eles por exemplo: para fins didáticos ou situações em que sua atenção não precise estar voltada a algum tópico de importância.
Concluímos então que a escola pode deixar o uso do celular como responsabilidade do aluno, contanto que não atrapalhe o resto da turma e o desempenho da aula, cada um deve ter a noção do quanto será beneficiado ou prejudicado ao usar o celular em sala de aula.