O uso do celular em sala de aula: ferramenta de aprendizagem ou de distração?

Enviada em 21/06/2024

Atualmente, o uso de aparelhos telefônicos em ambientes escolares vêm sendo discutidos como uma ferramenta de distração devido sua grande variedade de informações acessíveis, provocando os alunos e os afastando dos interesses físicos e didáticos.

Devido aos danos e preocupações, o poder estatal francês e britânico baniram o seu uso dentro das salas de aula por conta de seu efeito de distração, pontuando que o seu uso pode drenar a sinapse e atrapalhando os estudantes da concentração e liberando a exaustão em excesso, a falta de atenção em tópicos como o estudo causa graves consequências futuras e precoces, de uma maneira inconsciente. O desejo de utilizar o aparelho dentro de ambientes pedagógicos pode ser uma ‘válvula de escape’ ao desinteresse pelo conteúdo e tédio mental.

É cogitado que, além dos malefícios, o uso do celular pode trazer a atividade e o interesse se consumido de maneira correta, sendo descrito como um equipamento de trabalho e pesquisas para pedagógos e coordenadores.

O seu acesso facilitado é uma virtude, porém, ao público infantil, pode ser um grande começo ao cansaço e percas de memória de maneira precoce, atravéz de pesquisas recentes feitas por um questionário, cerca de 22% do público estudantil utiliza o seu celular em período de aulas pois está cansado de aulas, provando que o seu uso contínuo causa um distúrbio e afeta o seu progressos.

Visto que o tópico ainda é discutido em mesas autoritárias, é preciso limitar o uso excessivo e turbulento do aparelho telefônico já nos ambientes de lazer, a

necessidade crônica é um recurso a ser controlado e aplicado dentro dos ambientes escolares de forma pedagógica desde o público infantil, assim será recebido um resultado benéfico para o grau do aluno e do professor