O uso do celular em sala de aula: ferramenta de aprendizagem ou de distração?

Enviada em 26/02/2025

No século XXI, a atenção dos indivíduos está cada vez mais fragilizada, sendo exposta intensamente a meios que distraem-nos. Conquanto, os aparelhos também podem ser usados como método de aprendizagem. Nessa perspectiva, o uso dos smartphones e o vício causado pelo celular são os fatores principais a serem analisados dentro dessa problemática. Dessa forma, urge a necessidade de analisar com garantia a educação educacional.

Diante desse cenário, vale ressaltar o uso dos aparelhos tecnológicos como uma ferramenta de aprendizagem extremamente eficaz. Todavia, a quantidade de dopamina que uma notificação ou uma conferida na hora podem gerar é um fator promotor de muita distração. Analogamente, muitas vezes os estudantes não estão interessados em alguma disciplica em específico e então buscam algo para distrai-los, durante um momento de tédio e acabam se perdendo completamente do rumo da aula dada. Desse modo, fica evidente que o fenômeno é um problema.

Ademais, vale mencionar também que o vício causado pelo uso do celular não corrobora com o aprendizado e faz com que a atenção dos indíviduos siga uma linha tênue e que facilmente poderam se perder na linha de raciocínio. Portanto medidas para a proibição total, ou parcial dos aparelhos sejam consideradas. Tal fato, deve-se à importância que o conhecimento sobre os conteúdos passados pelos professores exercem no aprendizado. Segundo o educador, Paulo Freire “a educação sozinha não transforma a sociedade, mas sem ela, tampouco, a sociedade muda”. Logo, nota-se que a lacuna existente na educação brasileira deve ser preenchida com regras para o aumento da eficácia do aprendizado.

Portanto, fica clara a necessidade de medidas para reverter a situação. Cabe ao Ministério da Educação, responsável por garantir a educação e os meios para consegui-lo, informar e conscientizar a sociedade sobre as distrações que os celulares podem causar, investindo em palestras e projetos.

Assim, com o intuito de preencher a lacuna existente na educação brasileira e, consequentemente, exterminar o empecilho contemporâneo.