O uso e a cobertura do solo no Brasil

Enviada em 18/05/2021

Em sua teoria principal, Thomas Malthus afirma que a população está crescendo em ritmo geométrico, enquanto os alimentos padrões de forma aritmética, entretanto, sua teoria passa a ser ultrapassada, devido à expansão da fronteira agrícola e da revolução verde, no qual o uso do solo no Brasil passou a ser feito de forma explorativa, para suprir o aumento quantitativo de produtos alimentícios consumidos no país.

A partir dos anos de 1960, o uso do solo brasileiro passou a ser mais expressivo, à medida que se fez necessário aumentar a produção agropecuária para comportar o consumo nacional, que desde então, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estava em crescente aumento devido ao êxodo rural e as altas taxas de natalidade.

Como resultado do intenso uso da cobertura vegetal para produção agrícola, segundo a nova versão do monitoramento da cobertura e uso da terra no Brasil, o país perdeu 7,5% de sua vegetação florestal em dezessete anos, em grande parte, esta perda se deve uma intensa produção da cana-de-açucar, da soja e do café, principais produtos que movimentam o mercado brasileiro.

Contudo, diante do problema, têm se a necessidade por medidas para combatê-lo, logo, o Governo do Estado, em parceria com o Ministério da Agricultura, sob aprovação da Câmara dos Governadores, deve reger uma lei que limite o uso extensivo e intensivo do solo, por parte dos agricultores, minifundiários e latifundiários, um fim de manter áreas de preservação ambiental e reduzir a exploração da cobertura vegetal brasileira.

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