O uso e a cobertura do solo no Brasil
Enviada em 26/05/2021
Em território brasileiro, o uso do solo e de sua cobertura é voltado, principalmente, para atividades agropecuárias ou voltadas de alguma maneira para a economia de alguma outra forma, sendo essas terras usadas de maneiras não favoráveis à conservação do solo tupiniquim, tendo essa exploração desenfreada se originado no período da colonização do Brasil.
Gráfico publicado pela embrapa com fontes do IBGE, CNA, MMA, Funai, DNIT, Ana, MPOG, apontou que somente 61% da vegetação nativa do Brasil está cobrindo o solo, sendo desse total 11% em áreas rurais, quanto a restante desse número 38,7% das propriedades rurais estão cobrindo o solo e 11,3% do solo está coberto por cidades e indústrias o solo, ou seja, hoje uma parte alta da vegetação natural do Brasil, já não se faz presente, pois esse está sendo usado para as atividades econômicas ou do agronegócio.
Tdavia, essa exploração desenfreada de solo brasileiro têm sua origem na maneira como o Brasil foi colonizado, ou seja, o país brasileiro teve uma colonização de exploração, a qual o único intuito era captar recursos para comercializar, logo, essas práticas seguiram até os dias atuais, levando o Brasil a hoje ser o país que mais devastou sua floresta primária em 2019, isso é o que aponta a pesquisa da Global Forest Watch publicada pela BBC.
Além dos problemas ambientais citados, a concentração de território em algumas mãos é uma situação real no país, evidenciado pela criação do Movimento Sem Terra, movimento esse que busca auxiliar pessoas que não têm um pedaço de solo para ser seu, reivindicando territórios abandonados e sem uso, outro fator que mostra essa desigualdade e a necessidade da existencia do MST é o fato de 1% dos produtores brasileiros terem 47% das terras.
O governo brasileiro, em especial o ministério do meio ambiente e da agricultura deve promover a agropecuária orgânica e sustentável, redistribuir as terras, aumentar a fiscalização quanto a ocupação de terras. ,por meio de projetos de lei, a fim de deixar a constituição mais rigida e atualizada quanto a situação de ocupação de terras, em especial por meio da reforma agraria com a finalidade de amenizar os danos causados pela ocupação de terras, tal como preservar a vegetação nativa e diminuir a desigualdade na distribuição de terras.