O uso e a cobertura do solo no Brasil
Enviada em 27/05/2021
O uso e a cobertura do solo no Brasil é algo que deve ser discutido. Segundo a FAO o Brasil é um dos países com maior cobertura de vegetação nativa do mundo, contendo aproximadamente 70,2%, entretanto também é um dos países que mais desmata. A devastação de mata nativa do país pode ser baseada em diversas finalidades, porém quando isso ocorre em grande escala e não há um processo de recuperação da mata perdida, as consequências podem ser muitas e principalmente devastadoras.
Baseado nos fatos descritos, é fundamental ressaltar o quão importante é expandir os serviços humanos, mas também manter uma boa relação com o meio ambiente e preservar o máximo de áreas naturais. Segundo o IBGE, somente entre 2000 e 2016, o Brasil perdeu cerca de 7,5% de sua vegetação florestal. Entendendo esses dados, é possível compreender a dinâmica de ocupação e utilização desses territórios, além de poder observar suas transformações ao longo do tempo, de modo com que seja possível notar se o meio ambiente está sendo prejudicado pela utilização dessas áreas para fins diversos. O desmatamento em larga escala é extremamente prejudicial para a fauna e flora locais e também para outros ecossistemas interligados, podendo afetar negativamente a maioria dos tipos de vida de determinadas regiões, de maneira climática, econômica e também na saúde. Por conta disso, é necessário buscar alternativas para conquistar os objetivos anteriormente planejados, de modo com que o meio ambiente seja o menos agredido possível.
Observando essas informações, podemos ressaltar que com o atual nível de acesso a tecnologias cada vez mais sofisticadas, como softwares de monitoramento geográfico e geoprocessamento e também recursos de grandes órgãos, como o INPE, é possível obter uma precisão maior e apresentar dados mais conclusivos sobre a relação entre humanos e ecossistemas, a demarcação específica para determinadas finalidades, o aprofundamento e organização dos dados de determinada região. Diferente de antigamente, onde havia mais desmatamento e pouco estudo sobre essas situações, hoje podemos observar que toda essa disposição e interesse nessas circunstâncias são extremamente benéficas para planejar o uso do território, como expansão para a agricultura, agropecuária, extrativismo, obtenção de madeira e entre outros. Além de poder prevenir catástrofes monitorando e cuidando de áreas desmatadas e preservadas.
Entendendo os dados e fatos apresentados, podemos concluir que as entidades responsáveis pelo estudo e administração do solo Brasileiro, conjuntamente com o governo, precisam por meio de projetos educacionais e propagandas divulgadas em importantes veículos de comunicação e mídia, educar, orientar e conscientizar sobre o modo de usar dessas áreas sem precisar prejudicá-las.